Fotógrafos experimentais

 Fotógrafos experimentais pesquisados em grupo

Berenice Abbott


A imagem escolhida faz parte da coleção mais famosa da fotógrafa norte americana, na qual ela documentou o processo de urbanização da cidade de Nova York no ano de 1930. O cenário da Grand Central Station, famoso terminal rodoviário e metrô da cidade, expõe o fluxo de pessoas em um cotidiano, evidenciando, também, a arquitetura da região central. Por meio de feixes de luz e técnicas de sombra, a fotógrafa consegue expressar movimento e destacar os efeitos desse processo urbano.

Edmund Collein


O arquiteto alemão Edmund Collein construiu seu portfólio de fotografias durante os anos que estudou na escola Bauhaus e a foto escolhida,“Bauatelier Gropius”, retrata um grupo de arquitetos dispostos em oque parecem ser nichos ou armários que formam um grid quadriculado, criando uma composição interessante e ressaltando a disposição das pessoas. Collein realizou uma montagem a partir dessa foto montando o edifício Preller, moradia dos alunos durante os anos de faculdade, repetindo a imagem várias vezes, colocando os nichos como apartamentos.

Nathan Lerner


A fotografia “The Seeing Mouth   (1940)", parte da técnica de impressão em gelatina prata   para formar uma imagem sobreposta com fusão de formas humanas, olhos e boca, minimizando as referências de contexto. Visto isso, ela apresenta uma dimensão espacial ambígua e confusa,  algo típico das experimentações  fotografias, que é auxiliada pera iluminação dramática que realça os pontos faciais, apresentando volumetria,  tridimensionalidade e profundidade por meio do contraste de luz e sombra
  
Escolhemos essa fotografia específica pelo impacto visual que ela trás, tanto no contraste, quanto na sobreposição e mistura do olhar e da boca. Essas características nos chamaram atenção por parecer representar alguém atento, com medo, tranquilo mas também desesperado, sentimentos e estados de espírito, em que alguns se completam, mas também, outros se divergem.

Aaron Siskind


Escolhemos a fotografia “Volcano 1” pelo seu viés abstracionista e expressionista, trazendo um questionamento sobre o que é visto e percebido na obra, a qual não possibilita uma percepção imediata do que é visto. Além disso, achamos interessante a união entre a arte e a natureza e também a maneira em que é retratada tanto a forma quanto a textura do magma na imagem.




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